terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Todas elas juntas num só ser

Fiz questão de desfrutar umas horinhas da minha madrugada (momento que me vêm maior inspiração) pra pesquisar e saber mais sobre essa fantástica obra cantada-lindamente- pelo meu amado cantor e compositor recifense Lenine. E fui ficando cada vez mais surpresa com o que encontrava e descobria. Então resolvi dividir um pouco disso aqui com vocês...
Esse e outros fatores me levaram a voltar a divulgar pensamentos aqui no meu espaço que ficou de ladinho por um tempo.  E aqui vai umas notas : 


"Todas elas juntas num só ser" (Lenine InCité, 2004) - Música de autoria de Carlos Rennó juntamente com Lenine que não é apenas uma música vai bem mais além dessa comum adjetivação. -Não ousarei adjetiva-la-.


“A musa da canção fica intacta. Ela é ela. Sem nome, ela é do sujeito. Pertence a ele, que sabe que, ao não pronunciar o nome dela, a torna infinitamente sua... Que por mais que ele a nomeie, nunca chegará ao que ela lhe representa, ou seja, à singularidade desta mulher. Daí a cadeia de imagem-significantes que dão uma ideia do que ela é para ele... Ele viola a regra que manda identificar a musa. E ao criar a dúvida, o sujeito preserva, sabiamente, ela (mais que tudo e todas) só para si.” –Leonardo Davino. 


P.S.: “O que foi musicado por Lenine é apenas uma terça parte da monumental letra de CR.”-James Martins.